Econstrução

CONSTRUEFICIENCIA ARQUITETURA SUSTENTÁVEL

PAREDES ECOLÓGICAS

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As paredes são os elementos que nos protegem das condições climáticas externas, são a divisa entre o interior e o exterior, portanto possuem um grande papel na garantia do conforto dos espaços construídos. Os materiais utilizados nas paredes podem impactar sensivelmente o bem-estar dos usuários e podem contribuir por danos ao meio ambiente caso tenham componentes poluentes.  Pensar de forma mais sustentável os materiais das paredes é um dos primeiros passos para criar uma casa menos impactante e mais agradável.

conteudo2O uso da terra nas paredes tem consagração histórica devido à facilidade de se encontrar a matéria-prima e por ser um material com excelentes propriedades térmicas. Hoje, devido às novas preocupações com o ambiente, tem se buscado soluções muito práticas para o uso da terra nas paredes.

Uma dessas soluções é o tijolo de solo-cimento ou de solo-cal.  O tijolo é menos impactante, pois não é queimado, apenas prensado com uso de um ligante que pode ser o cimento ou a cal. O sistema construtivo do tijolo é extremamente inteligente, sendo que as tubulações e estruturas pode ser embutidas em seus furos e a construção vai se erguendo de forma conjunta, rapidamente.

A construção com tijolo de solo-cimento ou solo-cal não precisa de mão-de-obra especializada, pois é bem simples e pode ser até 50% mais barata que uma construção comum, além de utilizar 30% menos cimento. Os tijolos podem até ser produzidos na própria obra.

A terra estabilizada com cimento ou cal também pode ser utilizada de outras formas, como é o caso da parede monolítica de taipa, que nada mais é do que a mistura de terra e cimento prensada em uma fôrma, a parede fica com uma espessura de 30 a 50cm e pode ter um efeito visual muito bonito, além de ser muito resistente.

Lembrando que os sistema de solo-cimento ou solo-cal são indicados para regiões mais secas, ou deverão ser protegidas por beirais largos para evitar que fiquem muito expostos a umidade e sol forte.

Veja mais em – www.construeficiencia.com.br/ecodhome


CONSTRUEFICIENCIA A PROBLEMÁTICA DO RESÍDUO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO MEIO AMBIENTE

RESIDUOS CONSTRUÇÃO

CONSTRUEFICIENCIA DICAS PARA UMA BOA ARGAMASA

ARGAMASSASCONSTRUEFICIENCIA A EFICIÊNCIA DAS LAMPADAS

EFICIENCIA ENERGÉTICACONSTRUEFICIENCIA QUE TAL EVITAR A UTILIZAÇÃO DE LÂMPADAS?

LUZ NATURALCONSTRUEFICIENCIA O SANEAMENTO NA PALHOÇA

AGUAS DE PALHOÇA
CONSTRUEFICIENCIA O FERRO VELHO NOSSO DE CADA DIA

METAL

CONSTRUEFICIENCIA A FUNDAÇÃO CAMBIRELA DO MEIO AMBIENTE – FCAM

FCAM É um órgão executivo com autonomia e sem fins lucrativos, responsável pelas questões ambientais do Município de Palhoça, em Santa Catarina.

Iriiciou suas atividades em 23 de junho de 2003 através da Lei Municipal n01692/03 e tem como principais objetivos:

  • A execução da política ambiental do Município . de Palhoça, através do assessoramento à Administração Municipal em todos os aspectos relativos ao Meio Ambiente, visando garantir a preservação dos recursos naturais do Município e a melhoria da qualidade de vida e saúde da população palhocense;
  • A Educação Ambiental destinada a sensibilização e a conscientização da população para a defesa, preservação e recuperação do meio ambiente através da exploração racional dos recursos naturais, visando à sustentabilidade e o despertar para a resolução dos problemas que causam a destruição do meio ambiente.

FISCALIZAÇÃO:

Exercida por FISCAIS habilitados e capacitados para tal finalidade, exercendo o poder de polícia na esfera administrativa isoladamente ou em cooperação com F ATMAlIBAMA/Policia Ambiental.

Atua ainda em parceria com o Ministério Público, prestando informações a cerca de processos judiciais ambientais.

As atividades do setor de fiscalizações compreendem as Áreas de Preservação Permanente, como os manguezais, dunas, margens de rios e córregos e ainda as áreas de ocupação do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.

LICENCIAMENTOS AMBIENTAIS

Através de Portaria do CONSEMA (Conselho Estadual do Meio Ambiente) a FCAM foi autorizada a exercer o Licenciamento Ambiental no território Palhocense, até o nível III, tais como:

  • LAP, LAI, LAO;
  • Autorização para ligação de energia elétrica na região da Baixada do Massiambu;
  • Certidões de Conformidade Ambiental
  • Licenciamentos para construção, acima’ de 10 und.;
  • Projeto de Recuperação de Área Degradada -PRAD;
  • Estudo ambiental simplificado – EAS;
  • Corte eventual de árvores;
  • Autorização para desmembramento;
  • Autorização para aterro;.

ORIENTAÇÃO AMBIENTAL

Através da equipe técnica da FCAM e em parceria ~com a Secretaria Municipal de Educação, desenvolve orientação aos alunos, e acadêmicos de cursos na área ambiental. Sendo Alguns deles.

  • Revitalização do Parque Ecológico Municipal;Baixada_do_Maciambu
  • Projeto Tabôa (Guarda do Embaú);
  • Sala Verde;
  • Projeto Plantas Nativas;
  • Projeto Mãos Unidas;

ANÁLISE AMBIENTAL PARA LEGALIZAÇÃO DE OBRAS E LIGAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NA BAIXADA DO MASSIAMBU

A Baixada do Massiambu, por ser uma área de “‘preservação Ambiental, necessita de análise técnica ambiental para a liberação· das ligações de energia elétrica e de construções.

Os proprietários de terrenos na reglao da Baixada do Massiambu, que desejam construir ou fazer a ligação de energia elétrica, devem inicialmente procurar a Fundação Cambirela de Meio Ambiente.

ACESSE:       www.fcam.sc.gov.br

CONSTRUEFICIENCIA AS COMPANHIAS DE ÁGUA RECOMENDAM:

CAIXA

Instalando um reservatório de água compatível a sua residência, você garante mais conforto e menos problemas para sua família em caso de eventual falta de abastecimento, como rompimento de tubulações e falta de energia elétrica.

Para o calculo do reservatório para suprir as necessidades considera-se:

  • Aproximadamente180 litros de água por dia para cada pessoa.
  • Se você recebe muitas visitas deve aumentar esta capacidade.

A limpeza e conservação da caixa d’água de sua residência é fundamental para manter a qualidade da água consumida, ela deve ser limpa a cada seis meses com desinfetante e água sanitária, e nunca com detergente ou sabão.

Vasos sanitários com caixa acoplada utilizam 6 litros de água por descarga em vez dos mais de 20 litros das válvulas de parede convencionais. Modelos mais modernos trazem ainda um duplo botão para 3 e 6 litros, que podem ser acionados de acordo com a necessidade.


CONSTRUEFICIENCIA As dificuldades no reuso de materiais de construção

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A reutilização de materiais na construção é um problema que envolve vários fatores. Dentre eles o com maior peso é a questão econômica. Pois para desmontar um edifício, de forma tal que se aproveitem as peças, é necessário todo um cuidado especial, como mão de obra especializada e uma armazenagem correta.

Os fatores positivos são: a responsabilidade ecológica, e no caso da madeira, trabalhar com um material apurado (que não trabalha mais). Temos que considerar que o tempo transforma os materiais.

Por exemplo, uma telha de cimento amianto, depois de 10 anos perde sua resistência, o que torna seu reaproveitamento muito

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difícil (pelo manuseio) e inviável economicamente. Já com as telhas de barro, em geral, acontece o contrário, elas melhoram seu desempenho, pois absorvem menos água, no entanto seu manuseio (e transporte) é também muito complicado.

Os vidros, com o passar dos anos perdem sua pouca maleabilidade, e tornam-se extremamente rígidos, o que dificulta seu reuso, pois para cortá-lo é necessário muito cuidado, pois ele se estilhaça com muita facilidade. As madeiras podem ser consideradas um capítulo à parte, pois é o melhor material para reuso. Pois o tempo (que fique bem claro o tempo, não as intempéries) faz com que a madeira se estabilize, assim quando a reusamos ela não tem mais o que trabalhar.

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No entanto não é tudo um mar de estrelas, a desmontagem da edificação é muito complicada, e para reutilizar a madeira também. Temos que considerar que no madeiramento de um telhado temos muitos pregos e estes devem ser retirados com muito cuidado para não rachar a madeira. Claro que todo este trabalho só vale à pena se estivermos tratando de madeira de lei, pois com as outras a degradação é bem maior, e o tempo já não é mais tão bem vindo assim.

Dificilmente conseguiremos reutilizar um forro de aglomerado, pois o tempo, a possível umidade que este tenha sido submetido, e a dificuldade de retirar o material sem estragar são desvantagens que pesam por demais, e no final das contas sairá mais barato comprar o material novo. E é exatamente este o ponto de maior dificuldade da questão do reuso se tornar algo corriqueiro, o lado financeiro, pois na maioria das vezes é mais barato e mais rápido comprar algo novo.

Fonte:  Arquitetura e Urbanismo – UFSC


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